O pedido é um evento. O problema é o que o time vai fazer depois.
O briefing de convenção chega com logística: a data, o número de gente que vai viajar, a lista de palestras, às vezes um tema que a diretoria já escolheu. Chega também com uma pergunta de formato: palco, plenária, jantar de encerramento.
Tudo isso é necessário. Nada disso é o objetivo.
A convenção reúne, num mesmo lugar e por poucos dias, as pessoas que vendem, atendem e representam a empresa. Elas voltam para a rua na segunda-feira. O que levam na cabeça é o que vai aparecer na conversa com o cliente. Um evento que as diverte, mas não as deixa com uma história clara para contar, foi uma boa festa e uma oportunidade gasta.
Por isso a pergunta que a gente faz primeiro é outra: o que esse time precisa acreditar e fazer diferente quando sair da sala? O formato vem depois dela, e quase sempre muda por causa dela.
O que muda quando a plateia é de dentro
Ela conhece a empresa melhor do que o palco. Um time comercial percebe na hora quando o discurso não bate com o que acontece no campo. A convenção que ignora isso perde a sala antes do primeiro intervalo.
Ela precisa de uma história que dê para repetir. O que o time leva é o que consegue contar em uma frase para um cliente. Evento sem essa frase vira lembrança agradável, não instrumento de venda.
Ela é a voz da marca na rua. A empresa pode gastar um ano de campanha dizendo uma coisa, e o vendedor que não entendeu a história diz outra. Convenção é a oportunidade de alinhar os dois, antes de a conversa chegar ao cliente.
Como a Aldeia faz
A Aldeia entrega o evento inteiro: conceito, identidade, cenografia, conteúdo, vídeos e produção do dia. Dá para contratar o conjunto ou só a frente de que o caso precisa, como a identidade visual do evento, e o diagnóstico mostra qual dos dois faz sentido.
O que o evento tem de produzir. A frase do começo, combinada com quem decide. Ela vira o critério do projeto: palestra, vídeo, brinde ou cenário que não responda a ela sai.
Conceito e identidade do evento. A ideia que organiza os dias e o visual que a carrega: nome, linguagem, material gráfico, telas, sinalização. O evento ganha uma marca própria, que conversa com a da empresa sem repeti-la.
Cenografia. O espaço desenhado para o que acontece nele, não para a foto. Onde o time senta, de onde vê o palco, por onde circula nos intervalos.
Conteúdo e vídeos. O roteiro, as apresentações, os vídeos que abrem, reforçam ou fecham cada bloco. É onde a história da marca vira algo que o time ouve, vê e consegue repetir.
A produção do dia. A gente não entrega o conceito e deixa a execução para quem encontrar. Recepção, operação de palco, vídeo, cronograma hora a hora: tudo isso é parte do mesmo projeto, porque é ali que o desenho é posto à prova diante da empresa inteira.
Na prática
A Aldeia já fez convenções para a Quartzolit, com a convenção Weberation, para a Elizabeth, para a Kerakoll e para a Viapol, entre muitos outros clientes. Boa parte deles são os mesmos das feiras: marcas que a gente conhece por dentro, o que encurta o caminho entre entender a empresa e desenhar o evento dela.
Também fazemos identidades visuais de eventos e convenções, quando é essa a frente de que o caso precisa.
Perguntas frequentes
Vocês entregam o evento inteiro ou só partes dele?
Os dois. A Aldeia faz o evento inteiro, do conceito à produção do dia, e também só a identidade visual da convenção, quando é essa a frente de que o caso precisa. O ponto de partida não muda: primeiro o que o time precisa levar da sala.
O evento já precisa ter formato definido para a gente começar?
Não. O formato é consequência do que o evento tem de produzir, e muitas vezes ele muda quando essa pergunta é feita direito. Traga o que já está decidido, e o que não estiver a gente decide junto.
Quanto custa uma convenção?
Depende do que o evento precisa produzir, de quanto da operação a Aldeia assume e do que será montado. Por isso não damos um valor antes de entender o caso. A primeira conversa não é cobrada, e é nela que a proposta começa a ganhar forma.