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Projeto de estandes para feiras B2B

O estande não é o objetivo da feira. É a ferramenta que tem de entregá-lo — e começa a ser desenhado antes da planta.

O pedido é um estande. O problema é outro.

O briefing de estande costuma chegar em metros: a área contratada, a altura liberada pelo pavilhão, a lista de produtos que precisam aparecer. Às vezes chega com uma referência — o estande do concorrente na edição passada, maior, mais alto, mais claro.

Nenhuma dessas informações diz o que a feira tem de produzir. E é isso que decide o estande. Um espaço desenhado para lançar um produto não é o mesmo que um espaço desenhado para receber quem já é cliente, nem o mesmo que um espaço para ser lembrado por quem nunca ouviu falar da marca. A área pode ser idêntica nos três casos. O desenho, não.

Por isso a primeira coisa que a gente pede não é a planta. É uma frase: o que essa feira precisa deixar quando o pavilhão esvaziar.

Quem faz o quê

Um estande é obra, e obra tem responsabilidade técnica. Na Aldeia, ela fica com quem assina.

A Aldeia faz o conceito e dirige o projeto. O que o estande diz, a quem, em que ordem; como o visitante entra, onde para, onde a conversa acontece; o key visual que veste o espaço. E acompanha o desenvolvimento até o último detalhe, porque é nos detalhes que um conceito se perde.

A montadora parceira da Aldeia no projeto desenvolve o técnico e monta. O projeto é assinado e montado por ela, sob direção nossa. A conversa entre os dois lados é constante — a gente sugere caminhos no técnico, eles trazem o que a obra permite e o que ela não perdoa.

Para quem contrata, isso significa um interlocutor só. Você fala com a Aldeia; a Aldeia resolve com quem precisa resolver.

Como um estande sai do papel

O que a feira precisa produzir. A frase do começo, combinada com quem decide. Ela vira o critério do projeto inteiro: o que não responde a ela sai.

Conceito e circulação. Antes da forma, o percurso. O que quem passa no corredor precisa entender em três segundos, o que quem entra precisa encontrar, onde o comercial senta com o cliente que veio para conversar. Um estande bonito com o fluxo errado vira fachada.

Projeto técnico. Planta, elevações, materiais, iluminação, elétrica e as regras do pavilhão. É a etapa em que a montadora entra com força, e a etapa em que resolver custa menos. O que não for decidido aqui vai ser decidido na montagem, com o relógio correndo.

Produção e montagem. Comunicação visual, mobiliário, tecnologia, vídeo — tudo no lugar antes de a feira abrir.

Os dias de feira. A gente não entrega o estande e vai embora. Recepção, buffet, promotores e a gestão do espaço ao longo dos dias fazem parte do mesmo projeto, porque é ali que o desenho é posto à prova.

Desmontagem. E o que fica: fotos, vídeos, os contatos organizados para o comercial.

Na prática

Ajinomoto, FISA 2022. A marca que todo mundo conhece pelo tempero precisava se apresentar a quem compra ingrediente em escala. O estande existiu para mostrar o resto da empresa — produtos industriais, lançamentos, a divisão de ingredientes —, e a Aldeia respondeu pela presença inteira, do projeto à desmontagem.

Elizabeth, Expo Revestir 2022. Aqui a arquitetura do estande veio de outro fornecedor, e a Aldeia trabalhou dentro dela: conceito, comunicação dos espaços, vídeos e operação. O portfólio foi reorganizado por lugar, não por código, para a decisão ficar fácil de tomar em pé, no corredor.

Os dois casos estão contados em detalhe nos cases, mais abaixo.

Perguntas frequentes

Vocês fazem estande de qualquer tamanho?

Fazemos. O método é o mesmo num espaço de poucos metros e numa ilha grande: começa pelo que a feira precisa produzir. O que muda é o que cabe — e, num estande pequeno, decidir o que fica de fora é a parte mais importante do projeto.

Vocês atendem feiras fora de São Paulo?

Atendemos. Boa parte das feiras do setor acontece em São Paulo, mas o projeto, a montagem e a operação viajam com o cliente.

Quanto custa um estande?

Depende de quatro coisas: a área, o quanto do estande é construído sob medida, os acabamentos e o que acontece nos dias de feira — buffet, promotores, tecnologia. Não damos preço por metro quadrado porque ele esconde justamente o que muda o custo. Com a área, o pavilhão e o objetivo da feira, dá para chegar a uma proposta concreta.

E se a montadora já estiver contratada?

A gente trabalha com ela. Foi o caso da Elizabeth na Revestir: a arquitetura veio de outro fornecedor, e a Aldeia respondeu por tudo o que acontece dentro dela — conceito, comunicação, vídeos e operação. O que não abrimos mão é de saber, antes de começar, o que a feira tem de produzir.

Projetos que passaram por aqui

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Qual é a próxima feira?

Conte a data, o pavilhão e o que a feira precisa produzir. A primeira conversa é para entender isso, antes de qualquer metro quadrado.

Vamos conversar